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Trump surge com irritação na pele no pescoço

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Donald Trump voltou a aparecer com uma condição física que levantou questões sobre a saúde do presidente: desta vez, surge com uma erupção cutânea no lado direito do pescoço. O seu médico pessoal alegou que a irritação é uma consequência de um novo creme que Trump começou a usar.

O presidente norte-americano apareceu esta segunda-feira com uma irritação na pele na zona do pescoço que aparenta até já ter uma ligeira ferida.

Numa série de fotografias captadas no dia de hoje é possível ver uma mancha de tom vermelho por cima do colarinho da camisa branca de Donald Trump (parecendo até que se estende por debaixo do mesmo) que para pouco antes de chegar à orelha.

Nessa mesma zona é ainda possível ver o que aparenta ser uma crosta, com um tom ligeiramente mais escuro, num formato circular, podendo, por isso, tratar-se de uma pequena ferida.

Em declarações à CNN Internacional, o médico pessoal de Trump esclareceu que a erupção cutânea se deve a um novo creme que o presidente dos Estados Unidos está a usar no lado direito do pescoço.

“O presidente Trump está a usar um creme muito comum no lado direito do pescoço, que é um tratamento preventivo para a pele”, explicou o Dr. Sean Barbabella em comunicado. “O presidente está a usar o tratamento há uma semana, e espera-se que a vermelhidão dure algumas semanas”, acrescentou, sem especificar o porquê de Trump precisar de usar este creme.

A Casa Branca também não respondeu a um pedido de esclarecimento da CNN Internacional sobre este assunto.

Trump já tinha aparecido com hematomas na mão

Recorde-se de que a saúde de Donald Trump tem sido um tema recorrente desde que o republicano voltou a tomar posse em janeiro de 2025, nomeadamente após o presidente aparecer com nódoas negras na mão (também) do lado direito.

Os hematomas foram visíveis em duas ocasiões distintas, durante o verão  e em novembro do ano passado. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, as nódoas negras devem-se aos “apertos de mão frequentes” do presidente.

“O presidente Trump é um homem do povo; encontra mais norte-americanos e aperta as mãos de mais pessoas diariamente do que qualquer outro presidente na história. O seu compromisso é inabalável e prova isso todos os dias”, disse a responsável, em declarações ao The Independent.

Já em julho, Leavitt confessara que Trump tinha “pequenos hematomas nas costas das mãos”, que descreveu como “uma irritação leve nos tecidos moles causada por apertos de mão frequentes e pela toma de aspirina”.

“É um efeito colateral conhecido e benigno da terapia com aspirina”, disse.

Na mesma ocasião, a porta-voz da Casa Branca deu conta de que o presidente fora diagnosticado com insuficiência venosa crónica, depois de ter relatado “ligeiros inchaços na parte inferior das pernas”. Assegurou, contudo, que não foram encontrados indícios de “trombose venosa profunda ou doença arterial”.

Para além das questões físicas sobre a sua saúde, recentemente uma pesquisa da Reuters/Ipsos indicou também que 61% dos adultos nos Estados Unidos descrevem Trump cada vez mais “errático”.

Saliente-se que, em abril, um boletim de saúde divulgado pela Casa Branca apontou que o magnata de 79 anos tinha “uma excelente saúde cognitiva e física”.

“O presidente Trump goza de excelente saúde cognitiva e física e está totalmente apto para servir como chefe de Estado e comandante-chefe” das Forças Armadas, concluiu o relatório médico do mais velho líder máximo norte-americano alguma vez eleito.

Apesar de a idade do democrata Joe Biden ter sido amplamente discutida durante a campanha presidencial, Trump foi eleito sendo cinco meses mais velho do que o antigo líder quando chegou ao poder, em 2021.

O magnata concluirá o seu segundo mandato aos 82 anos, em janeiro de 2029.

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